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Capacitação rápida é uma das opções em tempos de crise, alerta IPEL

Para diretor do IPEL, uma maior e melhor capacitação pode justificar manutenção do emprego ou até uma promoção para substituir outro profissional

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Ebitda e FCO não são a mesma coisa: saiba como usá-los e evite problemas com balanços

SÃO PAULO – Em tempos de temporada de balanços corporativos, muitas dúvidas pairam sobre a cabeça de investidores de primeira viagem ou até mesmo alguns mais experientes. Como saber se o resultado anunciado pela companhia em que você investe foi realmente tão bom como parece ou como avaliar se o negócio continua saudável com o passar dos trimestres? Para avançar na resposta dessas perguntas, é preciso entender o significado real e utilidade de alguns dos principais indicadores usados pelos analistas de mercado na avaliação da situação das empresas da Bolsa. Neste post, falaremos um pouco mais sobre as diferenças entre o Ebitda e o fluxo de caixa operacional, duas variáveis importantes que podem causar muita confusão se usadas da maneira equivocada e, ao contrário do que muito se imagina, não deveriam ser comparadas.

Vamos começar pelo primeiro. Conforme relatam estudos acadêmicos, o Ebitda (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization) – ou Lajida (Lucro Antes dos Juros, Impostos, Depreciação e Amortização), em português – ganhou mais importância no mercado na medida em que o mercado globalizado avançou e a transparência no oferecimento de dados sobre a saúde das empresas passou a ser mais demandada pelos investidores. Segundo o professor de finanças da Universidade Federal do ABC Ricardo Buscariolli, o indicador ficou famoso em meados dos anos 80, quando processos de fusões e aquisições ficaram mais comuns. Foi, portanto, mais por pressão do mercado do que por ofensivas regulatórias dos órgãos responsáveis.

“Compradores de empresas alavancadas, que estavam em dificuldades e precisavam de reestruturação financeira, queriam uma medida rápida para avaliar se a empresa poderia ou não pagar suas dívidas. O Ebitda, neste contexto daria uma medida da capacidade da empresa pagar suas dívidas onerosas (financeiras) após a reestruturação. Por exemplo: se uma empresa tem uma dívida financeira de R$ 5 milhões e um Ebitda de R$ 10 milhões, a taxa de cobertura é de 2, ou seja, ela supostamente teria um bom potencial de pagamento de suas dívidas financeiras”, explica Buscariolli.

Do mesmo indicador nasce uma variável que deixa essa relação com o endividamento ainda mais clara: a margem Ebitda, obtida a partir da divisão do Ebitda pela receita líquida de vendas. “A ideia é que quanto maior o Ebitda maior a capacidade de empresa de pagar o custo de recurso oneroso (dívida financeira)”, complementa o professor. Muitos especialistas que defendem o valor desse indicador destacam que, ao ignorar o pagamento de juros, impostos e outras despesas, ele melhora a qualidade da informação transmitida sobre a real performance da empresa.

Além disso, o Ebitda procura expurgar justamente os efeitos do poder de decisão do gestor sobre pagamento de juros ou até situações de créditos tributários ou perdas do passado, além de possíveis influências por medidas supostamente arbitrárias nos métodos adotados para se calcular depreciação. Com isso, ter-se-ia a possibilidade de análises menos enviesadas e ampliaria as possibilidades de se comparar empresas do mesmo setor.

Os pontos fracos do Ebitda
No entanto, como qualquer régua, o Ebitda também traz seus vícios e requer cuidados especiais. Um bom exemplo pode ter sido dado pela manipulação do dado no famoso caso da companhia americana WorldCom, que assumiu em 2002 que tratou de maneira errônea o volume de US$ 3,8 bilhões em determinadas despesas operacionais, que foram classificadas no balanço como despesas de capital – o que eliminou sua dedução do Ebitda e provocou um mentiroso estouro do indicador. O caso ficou conhecido como uma das maiores fraudes contábeis da história do mercado financeiro. Segundo Buscariolli, isso ocorre pelo fato de o Ebitda fazer parte de regime de competência, o que pode ser facilmente administrado.

Outra limitação do Ebitda é não levar em consideração o capital de giro de uma companhia, quesito de suma importância para a manutenção de um quadro saudável para o modelo de negócio. “Se uma empresa crescer muito, ela vai precisar elevar as condições de investir para manter as capacidades”, explicou o especialista. Por fim, Buscariolli lembra que o indicador pode prejudicar uma análise sobre companhias mais alavancadas. “Divulgar o Ebitda pode ser positivo para empresas endividadas que querem mostrar um retrato melhor do que o real em termos de lucratividade”, diz.

Fluxo de Caixa Operacional: o mais fiel em valuation
Já o fluxo de caixa operacional, costuma ser uma das principais variáveis para o valuation de uma companhia – isto é, o estudo que avalia o valor das empresas no mercado. É a medida sobre o montante gerado pelas operações normais de uma companhia a partir da entrada e saída de recursos, excluindo-se itens não caixa, tais como depreciação e amortização. “Ele indica se a empresa é capaz de gerar recursos para manter seu crescimento e operações, bem como sua necessidade de financiamento externo”, explica Buscariolli.

O professor lembra que muitos defendem o uso desse indicador por conta de sua capacidade de expurgar distorções contábeis, próprias do regime de competência, que podem distorcer a análise da empresa. Tais distorções podem levar a sérios equívocos na avaliação do valor de companhias. “Uma empresa pode efetuar uma venda por um valor muito alto. O comprador não paga à vista. Essa empresa pode ter dificuldade de efetivamente receber pela venda. No entanto, a receita será reconhecida, mesmo não representando um efetivo recebimento. Por outro lado, há empresas que tem um fluxo de caixa alto mas uma lucratividade baixa por terem muitos ativos fixos, o que pode implicar em altos valores de depreciação”, exemplificou.

Buscariolli também ressalta que, apesar da relevância do FCO, a Demonstração dos Fluxos de Caixa só passou a ser de apresentação obrigatória para todas as sociedades de capital aberto (ou com patrimônio líquido superior a R$ 2 milhões) a partir de 2008, com a Lei 11.638/2007. A demonstração divide-se em três campos: operacional, de investimento e de financiamento.

Ebitda x FCO: como saber quando usar cada um?
Um comum equívoco no mercado, sobretudo cometido por investidores com menor experiência, é a comparação entre os efeitos de uso de Ebitda e FCO, quando, na verdade, os dois representam escalas muito distintas de uma régua para comparação entre companhias e investimentos. Cada uma aponta para pontos específicos dentro de uma realidade de diversos indicadores e interpretações possíveis.

Ricardo Buscariolli lista cinco pontos sobre a relação entre os dois indicadores:

O FCO é uma medida mais adequada para avaliar o valor da empresa. O Ebitda pode ser uma medida mais interessante para comparar empresas dentro de um mesmo setor. O Ebitda não é um substituto para o FCO.

1) O Ebitda não substitui o FCO: o Ebitda não leva em consideração o capital de giro (o dinheiro necessário para cobrir as atividades do dia a dia). Esse investimento em capital de giro é ignorado no EBITDA e considerado explicitamente no fluxo de caixa. O Ebitda não leva em conta o Capex (em português: despesas de capital ou investimento em bens de capital).

2) Ignorar a depreciação e a amortização tem vantagens mas as desvantagens são grandes: o Ebitda pode fazer parecer que uma empresa faz mais dinheiro do que realmente faz para pagar juros justamente por excluir a depreciação e amortização. Depreciação e amortização não são itens de caixa mas não podem ser evitados indefinidamente.

3) A receita utilizada para calcular o Ebitda pode ser administrada e isso distorce a medida.

4) Em uma fusão ou aquisição o Ebitda pode ser uma medida interessante no caso de uma aquisição por meio de um leveraged buyout.

5) Para comprar empresas da mesma indústria o Ebitda é uma medida interessante. Alguns setores exigem investimento em infraestrutura com um período de payback longo. O Ebitda é legal por justamente não levar em conta esse tipo de despesa. Para avaliar empresas individualmente o FCO é, no entanto, mais adequado. O caso da WorldCom é bem emblemático pois por justamente ter classificado despesas como Capex de forma errônea, assim aumentando seu Ebitda artificialmente. O FCO teria medido esse tipo de distorção.

* Ricardo Buscariolli possui graduação em Administração pela Universidade de São Paulo (2005), mestrado em Economia de Empresas pela Fundação Getulio Vargas – SP (2009) e doutorado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (2014). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do ABC. Tem experiência na área de finanças, atuando principalmente nos seguintes temas: empirical asset pricing, estrutura de capital e asset pricing and liquidity risk.
Veja mais em:

http://www.infomoney.com.br/blogs/o-investidor-de-sucesso/post/4204777/ebitda-fco-nao-sao-mesma-coisa-saiba-como-usa-los

 

 

O que é Educação Continuada?

A educação continuada é uma prática na qual o desenvolvimento pessoal e profissional dos trabalhadores é fundamental para o aperfeiçoamento das habilidades bem como, maior visão da realidade em que estão inseridos, visando uma construção de conhecimentos.
O processo de educação continuada não é um processo recente, acabou impondo-se no final do século passado, por exigência do próprio desenvolvimento da sociedade e da classe trabalhadora. Não surgiu por acaso, nem por obra voluntária de educadores, mas devido à sociedade capitalista avançada, como sendo uma resposta aos problemas e desafios inerentes a ela.

No Brasil o projeto de Educação Continuada passou a ser discutido com maior ênfase nas décadas de 70 e 80, pelos ideólogos da integração docente assistencial, referindo-se a progrO processo de educação continuadaamas de complementação educacional de profissionais (médicos e enfermeiros principalmente), esta discussão também estava vinculada a uma proposta de extensão difundida no Brasil pela Organização Pan-americana de Saúde (OPAS). (NUNES, 1993, p. 46).

Educação continuada consiste em um programa de formação e desenvolvimento dos recursos humanos que objetiva manter a equipe em um constante processo educativo, com a finalidade de aprimorar os indivíduos e consequentemente melhorar a assistência prestada aos usuários. Ela pode ser entendida como a elaboração de uma experiência formal da pessoa, para Grácio (1995), a educação é um processo contínuo e continuado que só a morte pode interromper; caracteriza-se por ser um processo de incessante busca e renovação do saber fazer.

Corroborando com as ideias descritas acima, pode-se dizer que o homem vive numa era de constantes mudanças, não podendo deixar de se instruir, se aperfeiçoar, visto que ele se modifica a cada dia de sua vida, para tanto é necessário que ele reelabore sua visão do mundo, a fim de melhorar suas condições de vida.

Mariotti (1995) refere-se à educação continuada como uma abordagem ampla dentro de uma organização, em que treinamento e prática se enquadram como uma proposta e um componente que faz parte de uma empresa e que passa a ser visto como um sistema interligado com os demais ambientes dentro de determinada instituição. Com isso, o conhecimento e a prática que são as principais áreas monitoradas deverão passar por constantes especificações e acompanhamentos em prol de um desenvolvimento de qualidade.

O autor citado anteriormente conclui que a educação continuada faz parte de um entendimento sistêmico, complexo e mantenedor, no qual seus efeitos serão duradouros, pois depois de iniciado o processo de educação este jamais será interrompido, surgindo a partir de melhores resultados.

A OPAS – Organização Pan-Americana de Saúde de 1978, citada por Silva; Saupe (2000) define educação continuada como sendo um processo permanente e constante de educação, que vem acompanhado de uma formação básica a qual tem como principal objetivo atualizar e melhorar as capacidades das pessoas ou dos grupos, frente às mudanças técnicas e científicas perante as necessidades sociais propostas

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO –
http://www.portaleducacao.com.br/

Dia das Mães

O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe é uma data comemorativa em que se homenageia a mãe e a maternidade. Em alguns países é comemorado no segundo domingo do mês de maio (como no Brasil e na Irlanda). Em Portugal é comemorado no primeiro domingo do mês de Maio.

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. A Enciclopédia Britânica diz: “Uma festividade derivada do costume de adorar a mãe, na antiga Grécia. A adoração formal da mãe, com cerimônias para Cibele ou Rhea, a Grande Mãe dos Deuses, era realizada nos idos de março, em toda a Ásia Menor… continue lendo em Wikipedia